Confraternização de natal

AEEL e sua gestão de compromisso com a Eletrobrás

Uma história de 25 anos de luta em busca de uma nova Eletrobrás

A Associação dos Empregados da Eletrobrás – AEEL, fundada em 12 de abril de 1983, é uma Sociedade Civil, sem fins lucrativos, de participação voluntária, e sua história já se confunde com a própria história da Eletrobrás. Com sede localizada no Centro do Rio de Janeiro, na Avenida Presidente Vargas, nº 583, sala 1718, a entidade, ao longo destes 25 anos de luta, exerce grande representatividade e influência política no Setor Elétrico Nacional.

A atual Diretoria, biênio 2008/2010, é formada pelos seguintes profissionais: Albertina Solino Evelin, Alcimar Thomaz Figueiredo, Cláudio Velasco Guimarães, Ernani de Freitas Amarante, Marcelo Thompson Landgraf e Lauricéa Porfírio Mariani. O Conselho Fiscal é representado por Leila de Araújo Souza e José Ademar Arrais Rosal Filho.

Posse

A nova Diretoria da AEEL iniciou o mandato com uma cerimônia de posse, ocorrida no dia 15 de janeiro de 2008, no Salão Salvador Dali, do Windsor Guanabara Hotel, que contou com a presença de nomes importantes do Setor Elétrico e, principalmente, o apoio de grande número de empregados da Eletrobrás, além de personalidades de diversos setores da sociedade.

Estiveram presentes: José Carlos Santa’Ana – Associação dos Empregados da Eletrobrás (AEEL); Luiz Augusto P. A. Figueira – Diretoria Financeira da Eletrobrás DF; Regina Lucia Silva, Lídia Maria Resende e Luiz Felipe Martins – ASEC-CEPEL; Jandir Loureiro – APEL; Tadeu Leite, Roberto Mello, Álvaro P. Fonseca Neto, Jack Steiner e Sylvio Murad – ELETROS; Paulo Roberto Perez e Sandro de Mendonça – Eletronuclear-ASEN; Antonio Jorge Gomes – STIEEN-Angra; Ivete Damasceno – Advocacia Geral da União; Gilberto Talefero, Gilmar Talefero e Renan Aguiar – OAB-RJ; Sérgio Batalha – Sindicato dos Advogados; Roberto Gomes e Roberto Murga  – NOS; Luiz Gonzaga U. Tenório – FNU-CUT; José Pereira Nascimento – Sintergia; Edson Machado – Sindicato dos Administradores do RJ (Sintaerj); Agamenon Oliveira – Senge e Fisenge; e Jorge Santiago – Furnas.


 


A Aeel não vem medindo esforços para  trabalhar  por uma Eletrobrás melhor!


......Membros da Diretoria e do Conselho Fiscal da Associação dos Empregados da Eletrobrás:


Leila de Araujo Souza
Ramal 6195

Economista – Há 30 anos é empregada da Eletrobrás e, atualmente, trabalhando na Ouvidoria.

“A Eletrobrás é a minha segunda casa. É um lugar onde pude encontrar amigos verdadeiros e mantê-los sempre ao meu lado. É um lugar onde pude aprender e compartilhar os conhecimentos e relacionamentos, com vários tipos de pessoas. Agradeço todos os dias por ainda estar aqui, querendo e podendo contribuir para o engrandecimento dessa casa. Acredito na capacidade das pessoas que estão inseridas nesta atual gestão na AEEL. Acredito que podemos trabalhar com ética, transparência e, sobretudo, com muita com muita garra para um bem comum, para um amanhã ainda melhor e, principalmente, para os que virão depois de nós.”


Marcelo Thompson Landgraf
Ramal 6048

Advogado ANS – Desde Junho de 2003 trabalha na Eletrobrás.

“A Eletrobrás, como holding das principais empresas de geração de energia, deve voltar a ocupar, efetivamente, a posição de líder do setor de energia limpa do país, desempenhando papel de fundamental importância para o desenvolvimento sócio-econômico, sustentável, sem descuidar da responsabilidade social. Acredito neste grupo porque representa a renovação das esperanças numa associação que, mesclando a experiência de funcionários antigos e novos, lutará por melhores salários e condições de trabalho.” 


Cláudio Velasco Guimarães
Ramal 4790

Médico – Há 31 anos é empregado da Eletrobrás.

“Meu passado profissional, meu presente de luta, meu futuro com união e harmonia. A nova Diretoria da AEEL pra mim significa a
oxigenação de idéias e ventos de novos conceitos, que ajudarão a melhor iluminar a nossa empresa.”


Ernani de Freitas Amarante
Ramal 6260

Administração ATA – Há 26 anos trabalha na Eletrobrás.

“A Eletrobrás necessita se firmar no contexto econômico e social do país. Acredito nesta atual gestão da AEEL por ser uma alternativa nova para a defesa dos interesses dos empregados e da própria Eletrobrás.”  

 








Lauricéa Porfírio Mariani
Ramal 5523

Assistente Social – Há 30 anos compondo o quadro de empregados da Eletrobrás.

“Tenho muito orgulho de trabalhar na Eletrobrás e de ter feito grandes amigos aqui. A empresa corrigiu muitas desigualdades ao longo dos anos, mas muito ainda há de se fazer. A Diretoria Novos Ventos é a renovação que precisamos na AEEL. Temos muito o que fazer aqui. E este grupo este preparado para esta grandiosa missão."



Alcimar Figueiredo
Rama 5047

Secretário – Há 29 anos trabalhando na Eletrobrás.

“Para mim a Eletrobrás significa uma empresa de grande porte que me ajudou a crescer como trabalhador e também como pessoa. Acredito na atual Diretoria – Novos Ventos – porque é Colegiada e não tem vínculo com qualquer partido.”


José Ademar Arraes Rosal Filho
Ramal 6420

Advogado ANS – Desde 2003 compondo o quadro de empregados da empresa.

“Necessitamos ter uma Eletrobrás forte, que externamente privilegie a eficiência e competitividade de mercado a serviço do país, em detrimento de ser um mero braço governamental e que internamente elimine os abismos existentes entre empregados novos e antigos, gerentes e não gerentes, apadrinhados e não apadrinhados, cedidos e “pratas da casa”, ANSs e ATAs, etc. A atual gestão da AEEL será a mola propulsora da mobilização de todos os empregados.”

Albertina Solino Evelin
Contato (61) 3329-7327

Assistente Social, Brasília – Há 18 anos trabalha na Eletrobrás.

“Participar desse novo momento da AEEL é dar maior representatividade às demandas dos colaboradores da Eletrobrás sediados
em Brasília, incluindo os cedidos para
outros órgãos no Distrito Federal. A Diretoria Novos Ventos contribuirá com a unidade e ética, para a construção de novos espaços de diálogos e lutas em defesa de interesses que visem obter e maximizar conquistas legítimas e coletivas, que certamente terão impacto no clima e cultura organizacional e no comprometimento daqueles que acreditam no resgate do papel da empresa como holding do Setor Elétrico.”